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“Os Salmos na Bíblia”; “Testamento Vital”; “No Limiar da Vida”; novas publicações pedagógicas…

Luís I. J. Stadelmann, SJ, “Os Salmos na Bíblia”, Paulinas / SP & Loyola / SP 2015, 18×13, 687 pp.

O Autor é Doutor em Línguas e Literaturas Semíticas pelo Hebrew Union College (Cincinatti / USA), entre outros títulos acadêmicos, tendo publicado obras de cultura bíblica em inglês e português. Uma ampla introdução apresenta ao leitor: O Saltério; A classificação dos Salmos; Rubricas do Saltério; A arte poética dos salmistas; A origem dos Salmos; Os gêneros literários dos Salmos; A oração dos Salmos; Método exegético para interpretar os Salmos; Os Salmos da Bíblia (Perguntas de revisão); Resumo. Em seguida: Salmos de 1 a 150; Bibliografia; Índice temático. Certamente os estudiosos da Bíblia e também estudantes, católicos ou não, saberão aproveitar esta obra sistemática e bastante completa, possivelmente a primeira do gênero no Brasil.
José Carlos Bermejo & Rosa Maria Belda, “Testamento Vital – diálogo sobre a vida, a morte e a liberdade”, Loyola / SP 2015, 20×14, 102. Obra clara, simples, com pequeno vocabulário adequado, que certamente interessará não só a pastores, envolvidos da prática médica, mas a famílias e ao grande público, preocupado com alongamentos penosos e inúteis da vida terminal ou em estado vegetativo.

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Bermejo é sacerdote camiliano, especialista catalão em humanização da saúde, docente de diversas universidades europeias. Belda coordena programas em favor da mulher, idosos, dependentes químicos, população cigana… Atualmente também dirige o Centro de Escuta de Ciudad Real, Espanha. Ambos têm vários livros e artigos publicados em diversas línguas. Assim eles definem os testamentos vitais (ver p. 14): “Os testamentos vitais ou vontades antecipadas são documentos escritos nos quais um paciente capaz expressa seus desejos, preferências e decisões a respeito dos tratamentos que desejará receber ou não no final da vida, se não estiver em condições de decidir”.
Maria Michela Sassi, “Os inícios da filosofia: Grécia”, Loyola / SP 2015, 23×16, 299 pp.

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A Autora é docente na Universidade de Pisa, Itália, tendo um articular enfoque no pensamento antropológico dos antigos gregos. Nesta obra, ela se debruça sobre os saber pré-socrático. Segundo a apresentação da 4ª capa: “A Autora (…) consegue escrever uma história não excessivamente marcada pelo olhar retrospectivo, mas “perspectivo”, isto é, uma história reconstruída com a intenção de, na medida do possível, colocar-se na pele de seus protagonistas, que sabiam de onde partiam e também conheciam as novas vias que queriam abrir, sem poderem prever os desvios, os desafios e os obstáculos que outros haveriam de pôr ao longo do caminho”. Brevemente, as partes principais tratadas: 1 Tales, Pai da Filosofia?; 2 Filosofia nas cosmogonias; 3 Provas de escrita; 4 Eventos da alma; Vozes relevantes. Na primeira parte, já desperta a atenção o ponto de partida, a saber, “o ‘antes’ dos pré-socráticos”. Também o denso parágrafo “Retorno a Aristóteles”, que surpreende. Na parte 2ª, encontramos Hesíodo, Anaximandro, Ferécides, Tétis (“Uma cosmogonia no tempo de Tétis?”). Conclusão: “Um saber novo e consciente”. Parte 3ª: uma contextualização no parágrafo “Uma sociedade ‘quente'”. Bem colocado o estudo de “o poder da escrita”. Novamente encontramos Anaximandro (“o tratado e o mapa”). E mais: Xenófanes, satírico e polêmico; Heráclito, o obscuro. Nossa Autora sabe usar o poder dos títulos para nos interessar. Assim, na parte 4ª, ela abre o apetite do leitor com “A alma, o cosmos e uma laranja”; “Do respiro ao eu”; “Almas inquietas; “Empédocles e seu ‘dáimon'”; “A cada um o seu (composto)”. Na última parte, destaquemos “Jogos do poder” e “A especialização da razão”. Uma nova história do pensamento filosófico, obra inteligente, instigante, que será muito apreciada não só por professores da área mas por todo um público maior de pessoas que estudam, lêem e, sobretudo, pensam.
Ermes Ronchi, “No limiar da vida – por uma palavra que acenda o coração”, Loyola / SP 2015, 21×14, 72 pp.

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O Autor é servita, especialista em monarquismo primitivo, colaborador de diversos periódicos e apresentador de um programa na RAI-UNO (Itália). É um livro inteligente, piedoso no bom sentido, que se empenha em ajudar o leitor a apreender um sentido caloroso da Palavra de Deus. Obra acessível ao grande público, em particular aos que estimam ou querem se introduzir na leitura orante da Bíblia.
Fabio C. B. Villela & Ana Archangelo, “A escola significativa e o aluno diante da atividade – 3”, Loyola / SP 2015, 17×12, 119 pp.

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O Prof. Fábio é docente da UNESP e a Profa. Archangelo, da UNICAMP. Eles, sem ignorar a situação precária da educação no Brasil, se empenha, com criatividade, em abrir pistas para – sem esperar uma reforma milagrosa – em ajudar os pedagogos que queiram ser ajudados, a incrementar a curiosidade e o espirito investigador da criança. Neste 3º volume da coleção, temos 4 capítulos: “O brincar, o pensar e o aprender”; “O aluno chega à escola: notas sobre o sentido da atividade proposta pelo professor”; “A escola significativa diante do estereótipo e do estigma”; “Afetividade e mediação em sala de aula”.
Michel Valentin Martins, “A música e o processo educativo – atos, recortes e cenas pedagógicas”, Loyola / SP 2015, Coleção “Caminhos da Formação Docente – 5” (Coord. Nelson Piletti), 23×16, 69 pp.

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O Autor é especialista em Arte – educação, Alfabetização e Letramento, professor universitário e escritor. A música aqui é pensada como componente sempre útil na educação do ser humano e, hoje, favorecida como utilíssima ferramenta para a recuperação e humanização da criança, do adolescente e do jovem. A obra estuda os problemas práticos, como, por exemplo, o que pode fazer um professor polivalente, que não é professor de música, para ajudar seus educandos. Será que, para ensinar música, é necessária formação especializada? Assim ela se destina a diretores, supervisores e educadores, mas os alunos dos cursos de pedagogia também terão muito o que pensar, oque sonhar e o que atuar para não deixarem de lado um recurso poderoso para humanizarem a educação.
Claudino Piletti, “A Filosofia e o processo educativo – Pensar a educação e educar o pensamento”, Loyola / SP 2015, Coleção “Caminhos da Formação Docente – 5” (Coord. Nelson Piletti), 23×16, 92 pp.

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O Autor é livre – docente da USP, e pesquisa métodos para que o professor aprenda a pensar e ensine a pensar, evitando ficar paralisado com o refrão: “A educação está em crise”. O Autor também pergunta: “Quando a educação não esteve em crise?”. Sem dúvida, a crise faz parte da vida e da formação do ser humano. Livro voltado para pedagogos, professores em geral e para os que se preparam para atuar na escola em crise.