“Levítico”
agosto 5, 2013
Novidades (incluindo “Pronunciamentos do Pp Francisco no Brasil” e mais um livro de Ratzinger!)
agosto 7, 2013

Palavras do Papa para meditar

Palavras do Papa para meditar

Você pode, simplesmente, pensar, refletir de si para si sobre estas palavras, ou pode rezar a partir delas. Como? Muito fácil: tome consciência da Presença de nosso Bom Jesus. Capriche num belo Sinal da Cruz, sinal de pertença a Cristo, de adesão a Ele a seu Corpo Místico, a Igreja, Povo de Deus. Depois leia uma das palavras. Observe como ele ressoa no seu interior. Se consolar, animar, inspirar, agradeça! Se causar perturbação, apresente a perturbação a Nosso Senhor, peça, suplique, insista… Se não causar nenhuma reação, apresente este vazio, para que, a seu tempo, o Espírito o preencha, agradeça e vá para a palavra seguinte.

* Todas estas palavras são tiradas das edições semanais de “L’Osservatore Romano” em português. No final de cada palavra, entre parênteses, está a data da respectiva edição.

solidãoorante

• A Igreja não é um enlace de coisas e interesses, mas o Templo do Espírito Santo. Nela, todos são iguais e ninguém é inútil. Ninguém é anônimo. Alguns dizem: “Eu nada tenho a ver com a Igreja”. Mas assim falta o tijolo de uma vida neste bonito Templo (…) Viram como é desagradável ver um cristão cansado, entediado, indiferente? Um cristão assim não está bem. Ele deve ser vivo, alegre, para ser cristão (30.VI.13).

• O Papa denunciou como um verdadeiro escândalo a abundante produção global de alimentos e os milhões que passam fome e até morrem de fome: “É um verdadeiro escândalo”. Apontou os responsáveis por este escândalo: os que usam a especulação financeira como fator de condicionamento do preço dos alimentos; todos os que fizeram promessas aos pobres e, depois, não as mantiveram; os que provocam o desenraizamento de pessoas, famílias e comunidades do próprio ambiente, “um dos efeitos mais preocupantes das calamidades naturais e dos conflitos sanguinolentos” (30.VI.13).

• O que significa perder a vida por causa de Jesus? Isto pode acontecer de dois modos: confessando explicitamente a Fé ou defendendo de modo implícito a verdade. Os mártires são o exemplo máximo de perder a vida por Cristo. Em dois mil anos, uma multidão imensa de homem e mulheres sacrificaram a vida para permanecerem fiéis a Jesus Cristo e a Seu Evangelho. E, hoje, em numerosas partes do mundo, há muitos, muitíssimos – mais do que nos primeiros séculos – muitos mártires, que dão a própria vida por Cristo, que são levados à morte por não renegarem a Jesus Cristo. Esta é a nossa Igreja! Hoje, temos mais mártires do que nos primeiros séculos! Mas há também o martírio quotidiano, que não implica a morte, mas é também um “perder a vida por Cristo, cumprindo o próprio dever com amor, segundo a lógica de Jesus, a lógica da doação, do sacrifício” (…) E também há muitas pessoas – cristãs e não cristãs – que “perdem a vida” pela verdade. E Cristo disse: “Eu sou a Verdade!” (30.VI.13).

• A piedade popular valoriza muito os símbolos, e o Coração de Jesus é o símbolo por excelência da misericórdia de Deus. Mas não é um símbolo imaginário, é um símbolo real, que representa o centro, a fonte da qual brotou a salvação para a humanidade inteira (30.06.13).