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A bagagem de minha vida

A bagagem da minha vida

Meu jugo é suave e o meu peso é leve ( Mt 11, 30)

Preparo o meu “lugar sagrado”. Convido a Trindade Santa, Maria e José, para entrarem na minha tenda e rezarem comigo. Acalmo-me… Faço calar dentro de mim palavras e pensamentos… Tomo consciência dos sons ao meu redor: os mais próximos,… os mais distantes… os mais agradáveis e os menos agradáveis…

Tento perceber as sensações do corpo: sinto cansaço, dor, paz? Respiro várias vezes, profundamente. Inspirando o ar puro, respiro vida, o dom do Deus da vida. Expirando, vou entregando-me nas mãos deste Deus da vida. Acolho a paz, descansando na presença de Deus que inunda o meu ser.

Rezo… Hoje quero rezar a bagagem de minha vida. Peço a Maria, Senhora e Mãe dos meus passos, que me acompanhe no percurso dos dias e anos.
Imagino-me diante da minha mochila… Posso colocar nela tudo o que carrego comigo desde os anos da minha infância até agora… Os dias felizes e o os menos felizes.Tudo o que me pesa e me aborrece. O que sinto como importuno. O que me pressiona e me abate. Talvez alguma coisa que me parece insuportável.

Com certeza vou colocar coisas e experiências bonitas e enriquecedoras na minha bagagem. Guardo com carinho. São importantes para mim…
Dirijo-me ao Senhor e amigo falando sobre o conteúdo de cada situação da minha vida que fui “empacotando” na “mochila” , a bagagem da minha vida…

Conforme o que sinto, ora louvo: Bendize, ó minh’alma, o Senhor! Jamais esqueças de todos os seus benefícios” (SL 102/101, 3); ora suplico: “ Ó Deus ouve o meu grito, atende a minha prece!” Sl 61/60 . 2) Volto-me ao Senhor Jesus que me afirma: “Meu jugo é suave, meu fardo é leve” (Mt,11, 30).

Quando for terminando o tempo que tenho para rezar o que coloquei na “mochila”,
Pega-a para sentir o seu peso diante do Senhor. Com simplicidade e fé sincera. O que acontece? O que constato? Rezo conforme sinto: Louvo, agradeço, suplico, insisto…

Posso também concluir minha oração com sentimento de total confiança ,
cantando: – “Se as águas do mar da vida quiserem te afogar, segura na mão de Deus e vai!”…

Recordo , faço memória, registrando no meu caderno de “anotações” as maravilhas que o Senhor operou em mim na estrada da vida. Mais uma vez agradeço a presença do Senhor em minha oração; rezo um Pai-Nosso ou outra oração e termino meu encontro com Deus revigorada(o) e mais esperançosa(o).

Subsídio tirado do Livro: “Cristo” ( Maria Fátima Maldaner, SND e R. Paiva, SJ), Eds. Loyola / SP