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Adoração Eucarística, o Tabernáculo ou Sacrário

O Papa Francisco em adoração ao Santíssimo

  1. O que ensina a Igreja sobre a “adoração eucarística”?

A Presença real de Jesus na Eucaristia não depende do ato de fé de ninguém, pois é um livre dom e decisão do Senhor. Os próprios Apóstolos não entenderam o que ele fazia na Última Ceia, mas isto não impediu que sua doação total, afetiva e efetiva: Isto é o meu Corpo que é para vós (1Cor 11,24). Por isso a Igreja sempre ensinou que, mesmo fora do momento da comunhão do fiel, a Hóstia consagrada continua sendo o dom da Presença do Senhor em Corpo, Alma, Sangue e Divindade. Daí o respeito e o carinho que o guarda nas igrejas e muitas capelas, no chamado tabernáculo ou sacrário, sempre com uma luzinha acesa para indicar que Jesus está ali.

 

Daí também os atos de adoração pessoal e comunitária que os cristãos são chamados a fazer diante do Santíssimo Sacramento: visitas, horas santas, vigílias, adoração perpétua em certos santuários, bênçãos do Santíssimo, procissões do Corpo de Deus, Congressos Eucarísticos, etc.

Sacrário da Basílica de São Pedro

Sacrário da Basílica de São Pedro

É do tabernáculo ou sacrário que se retira a comunhão para os fiéis enfermos ou impossibilitados de ir à Igreja. Vale lembrar a história do mártir adolescente, São Tarcísio, que foi assassinado a pedradas defendendo o Santíssimo Sacramento, que levava aos cristãos presos e esperando ser executados por sua fé, no tempo das perseguições no Império Romano. Os sacerdotes confiavam à piedade deste jovem leigo a difícil tarefa, pois ele podia ir mais facilmente ao cárcere. São Tarcísio é como um exemplo para todos os leigos e leigas que, pelo mundo afora, exercem o ministério extraordinário da comunhão eucarística.