O memorial do Sinai – 3 (Ex 19,9-25)
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Jesus e os Dez Mandamentos
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As Dez Palavras de Vida e Liberdade

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‘Moisés’ de Miguel Ângelo

Os Dez Mandamentos têm sido uma espécie de catecismo básico para as relações sadias entre nós, pessoas humanas, e com o Deus da Vida. São mencionados em outras partes da Bíblia. Nós os conhecemos numa versão fácil de memorizar. Vale a pena reler o Profeta Oséias os recorda:

“Escutai, filhos de Israel, a Palavra do Senhor! O Senhor está fazendo o processo dos habitantes da terra, porque não há verdade nem amor, nem conhecimento de Deus na terra. O que há é gente rogando praga, mentindo e roubando, cometendo adultério e praticando violência, e os derramamentos de sangue vão se sucedendo. É por isso que a terra vive de luto e todos os seus habitantes vivem abatidos. Os animais do campo, os pássaros do céu e até mesmo os peixes do mar vão desaparecer” (Os 4,1-3).

A ignorância dos Mandamentos e sua violação trás misérias até aos peixes do mar! Desconhecendo a Lei de Deus nós acabamos ignorantes de nós mesmos e pecando até contra a terra, o céu e o mar. A devastação atinge as calotas polares, perturba o clima e vai tornando a terra inabitável. O nosso lado “Caim” se solta em mortandades.

O Decálogo foi retomado num tempo de conversão de Israel (ver Dt 5,6-21). O Povo buscava paz e teve grande entusiasmo pelo Primeiro e Maior dos Mandamentos. Assim, no Livro do Deuteronômio (“Segunda Lei”), ele é desenvolvido, comentado e proclamado com alegria (ver Dt 6 e 10-11): “Israel, que te pede o Senhor, senão que temas o Senhor Deus, sigas seus caminhos, amando a Deus de todo teu coração, de toda tua alma” (Dt 10,12).