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Cristo virá de novo! Mas quando?

 

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Vigiai! Cristo virá de novo!*

– Para impedir que os discípulos o interrogassem sobre o momento de Sua vinda, disse-lhes Cristo: “Aquela hora ninguém a conhece, nem os Anjos nem o Filho. Não vos compete saber o tempo e o momento” (Mc 13,32-33).
R Jesus, que saibamos Te esperar cada momento de nossas vidas!

– Manteve oculto esta hora para que ficássemos vigilantes e cada um de nós pudesse pensar que este acontecimento se daria durante a nossa vinda. Se tivesse revelado o tempo de nossa vinda, ela deixaria de ter interesse e não seria desejada pelos povos da época em que Ele não se manifestaria. Ele disse que viria, sem declarar o momento. Por isso as gerações de todos os séculos O esperam ardentemente.

R Jesus, nosso Senhor e Salvador, que nossa geração Te espere com amor e ardor!

– Embora o Senhor tenha dado a conhecer os sianis de Sua Vinda, não se vê com exatidão o último deles, pois, numa mudança contínua, esses sinais apareceram e passaram, enquanto, por outro lado, perduram. Sua Última Vinda será igual à Primeira.

R Jesus, Bom Jesus, fica sempre conosco! Já se faz tarde!

– Os justos e os profetas O desejaram, pensando que se manifestaria no tempo deles. Cada um dos fiéis hoje deseja recebê-lo em sua época, pois Ele não disse claramente em que tempo viria. Assim ninguém pode pensar que está submetido a uma determinada hora, Ele que domina os números e os tempos. Como poderia estar oculto o dia que Ele estabeleceu a Ele próprio, que descreveu os sinais de Sua Vinda?

R Eterno Senhor de todos os dias, concede-nos viver voltados para acolher-Te nas nossas vidas, nas nossas sociedades, nas nossas culturas. Faze-nos discípulos-missionários da Nova Evangelização!

– (…) Por isso o Senhor nos recomendou a vigilância tanto de alma quanto de corpo: ao corpo para que se liberte da sonolência; à alma para que se liberte da indolência e da covardia. Assim diz a Escritura: “Vigiai, justos!” (1Cor !5,34); e também: “Despertei e ainda estou contigo” (Sl 138/139,18); e ainda: “Não desanimeis” (Jo 16,33). “Por isso não desanimamos no exercício do ministério que recebemos” (2Cor 4,1).

R Jesus, que eras, que és e que vens, que nos concedas o dom da perseverante vigilância no bem!

* Do Comentário sobre o “Diatesseron”, Santo Efrém, Diácono, Quinta-feira, 1ª Semana do Advento, Liturgia das Horas.