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Novidades Loyola – 1o. 09.13 – “A crise na Igreja”, “O canto das profundezas”…

A Organizadora nasceu em Madagascar e, atualmente, é docente na Faculdade de Letras do Instituto Católico de Paris. Especialista na espiritualidade cisterciense, tem publicados ensaios e livros de poesia. Reuniu, nesta coletânea colaboradores judeu, muçulmano, reformado e católicos, cada um contribuindo com uma meditação sobre a Palavra tocando o mais íntimo de cada um, Palavra experimentada na liturgia, na leitura orante e na contemplação. Obra de diálogo ecumênico e inter-religioso, para o grande público dedicado à vida interior e a oração, mas também para as pessoas interessadas no atual momento de encontro entre culturas, que não é, necessariamente, conflituoso.

Claude Péland, “Por uma economia solidária”, Loyola / SP 2013, 21×14, 123 pp.

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O Autor leciona na Universidade de Québec, preside o Grupo Interdisciplinar de Pesquisa em Ética Financeira, o Movimento de Democracia e Cidadania de Québec e do Movimento para a proteção de Acionistas. Analisando a crise de 2008-2009, ainda não superada, e as promessas não cumpridas pelo que se denomina, geralmente, de “globalização”, propõe ao mundo capitalista a noção de que ele não poderá subsistir se não aceitar autocontrole, o que exige revalorização da ética. Obra útil aos estudantes e professores da área de ciências sociais e econômicas.

Álvaro L. M. Valls, “O Crucificado encontra Dionísio – estudos sobre Kirkegaard e Nietzsche”, Loyola / SP, Coleção “Leituras Filosóficas”, 19×12, 188 pp.

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O Autor, docente em universidades do Rio Grande do Sul, atualmente se dedica à tradução do dinamarquês das obras de Kirkegaard. Publicou “Entre Sócrates e Cristo” e “Kirkegaard, cá entre nós”. Ao longo dos anos, enquanto prosseguia pesquisa com bolsa do CNPq, ele foi dando conferências e publicando ensaios. Reuniu-os não como elementos disparatados, mas com um fio condutor, analisando os pontos surpreendentes de encontro entre os dois pensadores, que, por pouco, não chegaram a se conhecer pessoalmente. Obra para estudantes e professores de filosofia, produto de um trabalho sério de pensador brasileiro contemporâneo.

Luís Henrique de A. Dutra, “Pragmática de modelos – natureza, estrutura e uso dos modelos científicos”, Loyola / SP 2013, Coleção “Filosofia”, 21×14, 343 pp.

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O Autor é docente na Universidade Federal de Santa Catarina, onde é o editor da revista “principia”. Tem sido professor visitante de instituições reconhecidas (UNICAMP, onse doutorou; Paris 7, Denis Diderot; Paris 1, Panthéon-Sorbonne). Na Loyola publicou “Pragmática da investigação científica”. Sua área de interesse é a epistemologia, filosofia da ciência, filosofia da psicologia. A Obra se compõem de dez capítulos: Modelos semânticos e matemáticos; Analogias e metáforas; Modelos nômicos; Sistemas físicos ideais; Máquinas nomológicas; Mediadores; Simulações; Entidades abstratas; Pragmática da investigação; Modelos nas ciências humanas. Obra de caráter científico e, talvez, meta-científico, para pesquisadores e professores.

Gunter Gebauer, “O pensamento antropológico de Wittgenstein”, Loyola / SP 2013, 23×16, 223 pp.

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O Autor é docente da Universidade Livre de Berlim. Sua tese doutoral foi sobre a teoria linguística de Wittgenstein. Nesta obra ele se dedica à última fase do filósofo (“Investigações Filosóficas”), que, então, desenvolveu um novo estilo de pensar. O capítulo 6 pode interessar particularmente teólogos: “Materialismo e crença”. Obra para os conhecedores e estudiosos de filosofia, em particular moderna e contemporânea.

Franz-Xaver Kaufmann, “A crise na Igreja – como o cristianismo sobrevive”, Loyola / SP 2013, 21×14, 166 pp.

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O Autor é especialista em filosofia da religião. A partir de sua experiência na antiga cristandade europeia, com algumas visões da situação diversa nos Estados Unidos e outras partes do mundo, ele analisa a crise do cristianismo contemporâneo – em particular na Europa católica e evangélica. A obra analisa, com simpatia, mas com sinceridade e autonomia, a crise da Igreja Católica, em particular as profundas feridas em sua credibilidade, e procura denunciar as causas estruturais – por exemplo, a concentração de poder e uma visão mais e mais monárquica da instituição. Neste sentido se pode dizer que ponta para algumas medidas e atitudes – e até revisões teológicas – para a superação dos problemas. Um livro que faz pensar, e não só aos sociólogos da religião, mas a pastores e seminaristas, bem como ao laicato mais atuante e responsável.