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O inferno e o fim do mundo

joio & trigo

135 O que a nossa fé nos ensina sobre “o inferno”?

O amor é livre. Ninguém pode amar obrigado. E só o amor salva:” Aquele que não ama permanece na morte. Todo o que odeia o seu irmão é homicida, e sabei que nenhum homicida conserva dentro de si a vida eterna” (1Jo 3,15).

Na parábola do juízo final, Jesus nos advertiu: “Apartai-vos de vós, malditos, para o fogo eterno preparado para o diabo e para os seus anjos, porque tive fome e não me deste de comer, tive sede e não me deste de beber, fui migrante e não me acolheste, estive nu e não me vestiste, doente e preso e não me visitaste … Toda vez que o deixaste de fazer a um destes pequeninos, foi a mim que o deixaste de fazer. E estes irão para o castigo eterno, enquanto os justos irão para a vida eterna” (Mt 25,41-46).

Este e outros avisos semelhantes de Nosso tão bom Salvador, Jesus Cristo, são apelos para a nossa conversão:” Entrai pela porta estreita, porque largo e espaçoso é o caminho que conduz à perdição” (Mt 7,13). Jesus é o nosso Redentor, não nosso condenador. Por isso, sua vontade é que ninguém se perca, mas todos venham a converter-se (2Pd 3,9).

Ele anunciou Sua Palavra para o Dia do Juízo:” Vinde, benditos de meu Pai, recebei por herança o Reino preparado para vós desde a fundação do mundo, pois tive fome e me deste de comer, tive sede e me deste de beber, era migrante e me acolheste, estive nu e me vestiste, doente e me visitaste, estive preso e me vieste ver … Em verdade, toda a vez que o fizestes ao menor dos meus irmãos mais pequeninos, a mim o fizestes” (Mt 25,36-40).

Toda a nossa esperança se apoia no Bom Pastor, o Justo Juiz, que separa as ovelhas dos cabritos (Mt 25,32), Aquele que faz de tudo para recuperar a ovelha perdida, pois deixa 99 bem guardadas para ir em busca de uma só que se extraviara (Mt 18,12-14), chegando a dar a própria vida pelas suas ovelhas (ver Jo 10,11.15).

136 Como será o “fim do mundo”?

“Quando o Senhor descer do céu, os que morreram em Cristo, na sua amizade, ressuscitarão primeiro. Em seguida, nós, os que estivermos vivos, seremos arrebatados com eles nas nuvens para o encontro do Senhor nos ares, e, assim, estaremos sempre com o Senhor” (ver 1Ts 4,16-17). Então, “haverá novos céus e novas terras, onde habitará a justiça” (2Pe 3,13; ver também Is 65,17.25; Ap 21,1). Enfim, “Cristo será tudo em todos” (ver 1 Cor 15,24).

Esta será a reconciliação definitiva, por Cristo, com Cristo em Cristo – com de todos os seres, os da terra e os do céu (Cl 2,20). A Igreja, a Esposa do Cordeiro, estará, finalmente, livre das feridas dos pecados e das nossas impurezas (ver Ap 21,9.27). Deus terá a sua morada conosco, “e enxugará toda a lágrima de nossos olhos, pois nunca mais haverá morte, nem luto, nem clamor, e nem dor haverá mais! Sim! As coisas antigas se foram!” (Ap 21,4-5).

A própria criação anseia por este dia de alegria e júbilo: “Pois a criação em expectativa anseia pela revelação dos filhos de Deus. De fato, toda a criação foi submetida à vaidade – não por seu próprio querer, mas por vontade daquele que a submeteu – na esperança de que ela também seja libertada da escravidão da corrupção para entrar na liberdade da glória dos filhos de Deus. Pois sabemos que a criação inteira sofre e geme as dores do parto até o presente. E não somente ela, mas também nós, que temos as primícias do Espírito, gememos interiormente pela redenção do nosso corpo. Pois a nossa salvação é objeto de esperança” (Rm 8,19-24).