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Pediatras contra “a ideologia de gênero”

O jornal “O São Paulo”, edição de 23 a 29 de março, publicou na sua página 8, uma nota: “Pediatras advertem – a ideologia de gênero faz mal às crianças”. Transcrevemos na íntegra:

O Colégio Americano de Pediatras publicou, na segunda feira 21, uma declaração a respeito dos malefícios da ideologia de gênero na vida da criança [isto é, educar meninos e meninas sem consideração com o sexo ‘biológico’, até que eles decidam qual a orientação sexual que preferem]. Segundo os pediatras, passar a vida inteira a fazer cirurgias e a submeter a tratamento químico com hormônios para imitar o sexo oposto não é normal. Eles pedem aos educadores e legisladores que rejeitem todo tipo de política que tente condicionar as crianças a pensar o contrário.

A declaração possui os seguintes pontos:
1. A sexualidade humana é um dado biológico, produzida geneticamente de ofrma binária (macho / fêmea), cujo propósito óbvio é servir à reprodução da espécie.
2. Ninguém nasce com um “gênero”, mas nasce com um sexo. Uma pessoa que pensa ser o que ela não é, está, no mínimo, confusa.
3. Puberdade não é doença e impedi-la com hormônios pode ser perigoso.
4. Mais de 90% das crianças confusas sobre o seu “gênero” acabam aceitando seu gênero biológico, após passarem pela puberdade.
5. Para imitar o sexo oposto é preciso usar hormônios (testosterona ou estrogênio) próprios ao outro sexo, o que é perigoso à saúde (pode causar aumento de pressão, derrames ou câncer).
6. As taxas de suicídio entre adultos que usaram estes hormônios é 20 vezes maior que o normal, mesmo em países mais pró-LGBT do mundo, como a Suécia.
7. Condicionar crianças a pensar que passar a vida imitando o sexo oposto pelo uso de hormônios e cirurgias seja normal é maltrato ou abuso infantil.

A declaração pode ser lida em sua íntegra, em inglês no “site” da instituição: <www.acpeds.org>

Algumas observações: ninguém, em são juízo, deixa de ensinar a língua materna ou de educar uma criança na sua cultura, transmitindo-lhe seus valores, para esperar que ela cresça e decida por si própria se que aprender português ou javanês, se quer comer arroz e feijão com mistura, ou comida dos lapões. Como educar meninos e meninas “igualzinho”? E os nomes, terão de ser comuns aos dois sexos? O mundo ateu é um mundo de modas, manias e sem foco. Lembremos que não adianta querer respirar pelos ouvidos e ver pelo nariz. Podemos trabalhar com a natureza, mas não contra ela!