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“Religiosidade popular”, Promessas

Religiosidade popular e Promessas

 

217 O que compreende a chamada “religiosidade popular”?

O senso religioso do povo cristão encontrou, em todas as épocas, formas de piedade que o ajudam a viver a fé. Por exemplo: novenas, peregrinações, promessas, via sacra, certas danças religiosas, procissões, a via-sacra, veneração das relíquias dos santos, visitas aos lugares santificados pela presença de Jesus, Nossa Senhora e seus santos, etc. A Igreja ama, respeita e recomenda iniciativas assim, desde que estejam de acordo com o Evangelho e conformes à oração litúrgica do Povo de Deus.

218 O fiel cristão pode fazer promessas?

São Paulo mesmo fez promessa e cumpriu com quatro outros membros da Igreja Mãe de Jerusalém, segundo a antiga tradição israelita do “nazirato” (ver Nm 6,14-15): Faze, então, o que vamos te dizer: aqui estão quatro homens que têm a sua promessa a cumprir. Leva-os contigo, purifica-te com eles, e encarrega-te das despesas para que possam mandar raspar a cabeça … Paulo, então, levou os homens consigo … (ver At 21,23-25).

As promessas devem sempre estar conformes o espírito do Evangelho. Uma promessa como a de Jefté, de matar o primeiro ser vivo que encontrasse de volta para a casa, fere a prudência e a sabedoria e termina em pecado. De fato, Jefté sentiu-se obrigado a matar a própria filha (ver Jz 11,20-40).

Não se podem fazer promessas que tenham de ser cumpridas por outras pessoas ou imponham coisas impossíveis ou pesadas demais.

Promessas cristãs sempre se fazem como livres ofertas a Deus livre, e não podem ser feitas com a intenção de forçar Deus a realizar qualquer coisa.

Pelo poder de ligar e desligar (Mt 16,19), os Sacerdotes podem desligar a pessoa de uma promessa ou substituí-la por outra.