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“São José de Anchieta – pequeno grande homem”; “O cristianismo na Antiguidade”; “A naturalização da epistemologia (…) em Quine”

Pe. Ilário Govoni, SJ (org. e notas), “São José de Anchieta – Um pequeno grande homem”, Loyola / SP 2014, 21×14, 110 pp.

O Autor é jesuíta, envolvido “quase sempre” em educação ao longo de 55 anos, e que se decidiu a publicar esta obra porque “as publicações sobre ele (Anchieta) por ocasião do quarto centenário do nascimento me pareceram restritas a um público letrado, quase se esquecendo do povo simples, que guardou sele a imagem de taumaturgo, isto é, daquele que realizava prodígios por intercessão diante de Deus” (ver 4ª p.). A ;obra terás uma “apresentação do santo e seleta de textos significativos” (ver página de rosto). A Parte I trás “A História de Anchieta”; em seguida a “Biografia de Anchieta, da autoria do padre Quirício Caxa, SJ), imediatamente seguida pelo “Comentário à Breve relação da vida e morte do Padre Anchieta” (título da obra do Pe. Caxa, por Serafim Leite. A Parte II trás algumas cartas muito ilustrativas do próprio Santo. No final, breve bibliografia.

Danilo Mondoni, SJ, “O cristianismo na Antiguidade”, Loyola / SP 2014, 21×14, 194 pp.

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O Autor leciona na FAJE (Faculdade Jesuíta de BH / MG), no museu de Arte Sacra de São Paulo / SP e na Faculdade São Bento, na mesma cidade. É também editor – assistente das Edições Loyola orientador de Exercícios Espirituais inacianos. Sua obra é sintética, sem ser árida, e visa estudantes e o grande público, curioso de conhecer como a comunidade frágil, reunida pelo Crucificado se desenvolveu num “império pluricultural e politeísta, estabelecendo comunidades estruturadas em torno de um bispo e reagrupadas em patriarcados, fundando mosteiros, forjando liturgias, elaborando tradições teológicas, produzindo e difundindo ampla literatura dogmática, exegética, histórica e espiritual. Embora inicialmente não reconhecida como religião legítima, transformou-se em religião oficial do Império Romano, e lançou as base de uma civilização cristã – a cristandande medieval” (ver 4ª p.). O Autor também publicou, pela mesma Loyola, recentemente: “O Cristianismo na Idade Média”, “História e teologia da espiritualidade” e “Os expulsos voltaram” (a restauração da Companhia de Jesus e seu regresso ao Brasil). Suas obras se caracterizam por rigor científico, estilo simples e muito legível, mas o cunho didático.

Bruno Maria Petterson, “A naturalização da epistemologia – empirismo, ciência e semântica em Quine”, Loyola / SP 2014, Coleção “FAJE”, 19×13, 189 pp.

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O Autor é docente da Faculdade Jesuíta de BH / MG. Nesta coleção, destinada a divulgação de pensadores, tornando-os accessíveis aos estudantes e público interessado na filosofia, ele apresenta e comenta a obra Willard Orman Quine, poliglota que até escreveu um dos seus livros em português. Quine foi um viajante, interessado sobretudo em lógica e matemática, tendo recebido dezoito títulos honoríficos durante sua atividade de pensador, escritor e docente. Não é de fácil leitura, e, por isso mesmo, a obra de Bruno Maria oferece uma excelente introdução ao pensamento deste filósofo, que tem reconhecida influência nos nossos dias.