Treze Santos: Santo Tomás de Aquino – 4ª e última parte
abril 27, 2013
Treze Santos: São Francisco Xavier, correio de Cristo – 2ª parte
abril 27, 2013

Treze Santos: São Francisco Xavier, correio de Cristo – 1ª parte

saofranciscoxavier1O conhecido escritor inglês, G. K. Chesterton (falecido em 1936), ganhou o prêmio Milton por um poema sobre São Francisco Xavier, e assim estreou na literatura. Parece que seu primeiro crítico e biógrafo teria escrito em 1908: Que coisa G. . Chesterton conseguiu arrancar de um assunto notavelmente tão pouco atraente eu esqueci, se é que o soube alguma vez. Sem dúvida, este senhor nunca o soube. Não se pode esquecer Xavier. Ainda hoje, no Oriente, encontramos marcas e relíquias suas.
A Igreja de Cristo é essencialmente missionária. Cristo foi enviado pelo Pai para pregar a vinda do seu Reino. Cristo, por sua vez, enviou os apóstolos: Ide e ensinai a todas as nações. O primeiro deles foi São Paulo, e, desde o seu tempo, o mundo tem sido percorrido em todos os sentidos por pessoas mensageiras da fé em Cristo.
Durante séculos, os grandes centros de irradiação foram Roma, a Itália, Bizâncio, Alexandria, e, mais tarde, a Irlanda, num tempo em que foi celeiro de homens de alta doutrina.
Entre os grandes missionários encontramos os beneditinos. Na Idade Média, começou a surpreendente atividade missionária dos franciscanos e dominicanos.

Inácio, Xavier e companheiros
Durante a revolução religiosa dos século XVI, Santo Inácio de Loyola fundou a Companhia de Jesus. Santo Inácio, como seus companheiros de primeira hora, inclusive São Francisco Xavier, sonhavam em evangelizar o mundo muçulmano. Mas coube a Inácio permanecer em Roma, enviando outros para aquela vida de heroísmo em terras distantes, que ele tanto gostaria de partilhar. Xavier, amigo e companheiro de Inácio, não foi o primeiro jesuíta que pisou em terras de missão, mas seu renome eclipsou ode  muitos outros e sua memória permanece muito amada.
Alguns de vocês leram Os Três Mosqueteiros e se lembram de D’Artagnan. Outros se recordam de Cyrano de Bergerac. Ambos foram fidalgos audaciosos, desenvoltos, brilhantes, corajosos e até poetas sem o saberem, nunca vencidos pelos golpes da fortuna, briosos e cheios de generosidade, ás vezes de ternura, fascinantes, protótipos dos heróis que inflamam os corações juvenis e que ainda enchem as salas de cinema.
Se fosse possível separar Xavier de sua santidade, ele teria sido um tipo assim. Mas ele foi uma pessoa real e permaneceu vivo.